14.9.25

Filmes inspirados em jogos de sucesso, que não fizeram tanto sucesso...

Nos anos 1990, houve a "febre" dos videogames e dos jogos de luta, os quais faziam sucesso mundo a fora. A indústria cinematográfica dos EUA percebeu o fenômeno e quis surfar na "onda".

Assim, diversos filmes, recheados de astros do cinema, foram produzidos inspirados em jogos de luta os quais eram extremamente populares entre o público jovem e adolescente

Vejamos alguns.

 Double Dragon (1994)



O filme trazia Mark Dacascos como um dos protagonistas. 



Entre os vilões lá estava o bizarro Abobo, mantendo-se fiel ao game. É um filme divertido. 

Street Fighter (1994)



Quem esperava ver Ken e Ryu como protagonistas se decepcionou. E a decepção fica ainda maior ao ver que no filme, os caratecas bom de luta são dois vigaristas.


O protagonismo é todo de Guile, interpretado por Jean-Claude Van Damme, no auge de sua forma física. 

Mortal Kombat (1995)



A trilha sonora do filme chamou muito a atenção na época. As músicas nas cenas de lutas são bem legais. 



O enredo tentou manter-se coerente com o game e, nesse aspecto, cumpre o seu propósito. O filme é bom.

Conclusão

Os filmes deixaram a desejar e não atenderam às expectativas dos fãs e foram bastante criticados. Porém, devido à popularidade dos games os títulos fizeram grande sucesso entre o público, faturando milhões de dólares! Contudo, enquanto os jogos alcançaram o patamar de "clássicos", pois são constantemente lembrados e revisitados pelos fãs, já as produções cinematográficas não tiveram a mesma sorte, caindo rapidamente no esquecimento.

Nos anos 1990 havia muito sangue jorrando dos videogames

Me lembro quando vi pela primeira vez um fliperama, num botequim, próximo da praça... o jogo era Street Fighter



Aquilo era incrível, me chamou a atenção um monstro verde que dava choque nos adversários e, às vezes, os agarrava e desferia várias mordidas, também fiquei perplexo com dois caratecas faixas pretas que socavam e chutavam, gritavam e soltavam magias pelas mãos...



Eu fiquei hipnotizado. Mais chocante ainda foi a experiência de assistir e, posteriormente, jogar o Mortal Kombat, o qual trazia personagens mais realistas e uma experiência de luta brutal e sombria. Os fatalitys eram assustadores e ao final de cada luta,  quando enfrentava e perdia para a "máquina" ficava o suspense e a dúvida: "vai ter fatality?" 



Em outro boteco do bairro havia chegado um fliperama com Double Dragon. Você ia jogar com um colega, geralmente, cada um comprava uma ou duas fichas, e lutavam juntos para resgatar a garota sequestrada por uma horda de vilões e delinquentes. Era incrível!



Posteriormente, vi numa locadora outros games muito divertidos, como Fatal Fury e Street of Rage no Mega Drive e Mortal Kombat e Final Fight no Snes



Ter um console em casa, como o SNES ou Mega Drive, era algo distante da maioria da realidade dos brasileiros nos anos 1990, eram poucos que tinham esse privilégio. O jeito era juntar R$ 1,00 e se espremer entre os espaços das locadoras para ter o deleite de jogar um pouco de videogame.     

Hoje em dia os fliperamas estão quase extintos e a nova geração nem deve saber o que são as "locadoras", as quais desapareceram faz tempo.

Ocorre que nos anos 1990, os bares com fliperama e as locadoras com videogames eram pontos de encontro, socialização, lazer e diversão de muitas crianças, jovens e adolescentes. Havia fila de espera para jogar e a rapaziada aguardava sua vez com ansiedade, mesmo que tivesse com poucas fichas e apenas um real no bolso!

13.9.25

Chrono Trigger: o MELHOR RPG do SNES

Em 1995, o Super Nintendo recebeu um dos seus melhores jogos - Chrono Trigger!

Produzido pela Square e com personagens desenhados por Akira Toriyama (1955-2024), o criador de Dragon Ball, o título se tornou um dos jogos mais aclamados de todos os tempos, tamanha foi a qualidade entregue por essa obra-prima! 



O jogo era, da perspectiva artística, lindo, com cenários detalhados, muito bem coloridos e belas animações. 

A trilha sonora é impecável e contribui para deixar o enredo épico ainda mais fantástico!

Os personagens são muito carismáticos e suas histórias são exploradas  no decorrer do jogo.

 


As escolhas que você faz ao longo da aventura alteram o final do jogo e são vários finais possíveis!

12.9.25

[RESENHA] Alex Kidd in Miracle World: uma aventura de respeito

 Alex Kidd fez sucesso nos anos 1990 entre os donos do Master System!

O console havia conquistado o mercado brasileiro e Alex Kidd era um dos jogos mais populares da Plataforma de 8 bits da Sega.



O jogo tem muitas fases e elas são extremamente diversificadas, o herói atravessa florestas, vulcão e até lagos infestados de piranhas e outros seres e monstros aquáticos! Há vários veículos para pilotar e, ao final da fase, você encara os chefes que precisam ser derrotados, inclusive em partidas de "Joquempô"!


O desafio é de nível médio para difícil, se o jogador calcular errado a distância para aplicar um golpe ou dar um salto é morte certa, pois as fases são cheias de monstros e de armadilhas. Tudo isso garantia horas à frente da TV tentando vencer os obstáculos e avançar no game

A jogabilidade também merece destaque, com o personagem respondendo rapidamente aos comandos do controle, a movimentação é rápida e fluida.

A trilha sonora é cativante, muito bem feita e combina muito bem com os diferentes contextos e ambientes apresentados pelo jogo. Os efeitos de som também são muito legais, tornando, por exemplo, uma simples ação de socar e quebrar blocos e pedras uma tarefa interessante!

Alex Kidd ganhou, em 2021, um lindo remake que saiu nos consoles da nova geração,  como Playstation e Xbox.

[RESENHA] Phantasy Star: um jogo que marcou época (e minha vida também)

 Em 1987, a SEGA lançou Phantasy Star para o Master System, o jogo prometia dias de desafio, memória para salvar as partidas e muitas, muitas aventuras!




A Nintendo contava com o excelente Final Fantasy, mas Phantasy Star não decepcionou e tirou tudo o que podia da capacidade dos 8 bits do Sega Master System!


A protagonista do jogo é a heroína Alis, responsável por liderar a resistência contra a tirania do governante Lassic. Alis vai se unir a diversos aliados e viajar por vários planetas em sua jornada para destruir o mal e salvar o Universo.

Além de uma estória bacana e bem encadeada, o jogo trazia visuais incríveis, ricamente coloridos e detalhados, havia efeitos tridimensionais sofisticados e animações impressionantes! Os personagens eram mais complexos e trabalhados, enfim, a qualidade gráfica era infinitamente superior ao concorrente. 



A trilha sonora era igualmente marcante e dava o tom dos ambientes, desde um tema mais suave nas cidades até tons assustadores quando o grupo estava explorando cavernas e calabouços. 



Outro aspecto inovador do jogo foi o trabalho de tradução para o português feito pela Tectoy. Era algo sem paralelo, até então. A tradução fez toda a diferença e criou ainda mais empatia entre o público e o universo maravilhoso criado pelos desenvolvedores de Phantasy Star



Jogar Phantasy Star foi uma experiência incrível. Ele é,  sem dúvida,  um dos melhores e mais marcantes jogos da minha lista de Games de RPGs de todos os tempos.



Pena que o Jogo parou na versão 1 no Master System. Mas a franquia continuou forte no Mega Drive com excelentes continuações!

1987: o ano no qual a FANTASIA começou...

 


Este jogo foi lançado em 1987 e arregimentou incontáveis fãs por todo o mundo. 

Jogando no antigo NES ou nos emuladores para PCFinal Fantasy surpreendia com gráficos bem coloridos e um amplo território para explorar.



Você viaja a pé, de barco, de canoa ou num dirigível, visita cidades e vilarejos e combate monstros em cavernas sombrias repletas de labirintos e tesouros. Pura Fantasia!



Final Fantasy abriu o caminho para o sucesso do gênero RPG nos videogames, daí em diante a franquia não parou mais, alternando o lançamento de jogos memoráveis e alguns com menos sucesso entre o público. 

O jogo de 1987 deixou um grande legado que se observa nos títulos subsequentes: histórias e tramas bem elaboradas, mundo aberto para exploração, as músicas marcantes entre outros aspectos. 

A franquia, atualmente, lançou o Final Fantasy XVI.


Será que esta Fantasia terá um fim?

(RESENHA) Cloud: um Soldier perturbardo pelas memórias

 Cloud de Final Fantasy VII é, sem dúvida, um dos personagens de RPG e dos Games, mais reconhecidos e queridos pelo público. 




Seja por seu cabelo espetado ou por sua gigantesca Espada Buster, Cloud Strife conquistou o coração dos fãs!

Contudo, o herói, desde o início do jogo, aponta problemas de memória que deturpam sua identidade. Essas memórias o afligem ao longo do jogo, por vezes o paralisando ou o levando a profundos autoquestionamentos.

Como já se sabe, isso ocorre devido à exposição de Cloud ao Mako enquanto cobaia de um experimento da infame companhia Shinra, no processo ele acabou incorporando parte das memórias de seu amigo, o Soldier Zack Fair. Isso alterou radicalmente a identidade de Cloud e, claro, suas lembranças e recordações ficaram, por vezes, um tanto confusas. 


Há ainda outro grave problema sobre a personalidade e as ações de Cloud: a interferência e a influência que o vilão Sepiroth exerce sobre ele, controlando e manipulando as ações do ex-Soldier para que ele leve a Matéria Negra (Black Materia) até o seu antagonista.

A crise identitária de Cloud só será revertida após ele se envolver em um acidente traumático. Nessa ocasião, Cloud recebe ajuda de sua amiga de infância, Tifa, a qual o auxiliará a por em ordem as ideias, resgatando a verdadeira identidade do personagem!



Por tudo isso, Cloud Strife é um dos Heróis preferidos de quem joga RPG e curte Final Fantasy VII.

🚨 NOVA Coleção McLanche Feliz CROCS chegou! Veja TODOS os brinquedos em fotos e vídeo! 🍟👟

A nova coleção do McLanche Feliz CROCS já está entre nós! Confira fotos exclusivas de todos os brinquedos, veja os detalhes de cada miniatu...